2/16/2011

People with a victim mentality should never be entrepreneurs

By Marty Zwilling

People with a victim mentality should never be entrepreneurs. We all know the role of starting and running a business is unpredictable, and has a high risk of failure. For people with a victim mentality, this fear of failure alone will almost certainly make it a self-fulfilling prophecy.

I’m sure you all know someone who is the perennial victim. The problem is that most of these people aren’t likely to accept your assessment, so it’s hard to help them. They don’t see themselves as others see them, and many simply refuse to accept the reality of the world in general.

According to an article by Karl Perera, called “Victim Mentality - You Don't Have to Suffer!” there are many indications of a victim mentality in a person’s thought process. Here are some key ones he mentioned, applied to the entrepreneurial environment:

1.“When things don’t work, I secretly believe I’m the cause.” Victims act as though each business setback is a catastrophe and create stress for themselves. These people feel more importance and ego when relating problems rather than successes.

A survivor believes that bad things are an anomaly to be brushed off, or just another challenge to overcome. In fact, they look forward to the challenges, and get their most satisfaction from declaring success.

2.“When I talk to myself, I never have a positive discussion.” Second-guessing every decision affects mood, behavior, and happiness, and is likely to cause or intensify a victim mentality. If you are negative, you cannot see reality, leading to more bad decisions, confirming you are indeed a victim.

Survivors continually relive their positives, and see themselves as miracle workers. They live in the present or the future, and rarely dwell on mistakes of the past. They have faith in themselves, and life as a whole.

3.“When others put me down, I‘m wounded to the soul.” Negative comments from others are devastating to a victim. Offensive behavior towards you actually says more about the other person. But if you have a negative mentality you will just take what they say or do at face value, and believe that you deserve to be the victim.

The survivor always stands up and fights negative comments, and usually turns the blame back on the deliverer. He is quick to counter with all his positives. He builds boundaries around negative or toxic people, and avoids them at all costs.

4.“I believe in fate, even though it’s unfair.” If you succumb to fate, then you think you are responsible for all the bad things that happen to your business. The victim feels that he or she has been treated unfairly but is trapped. There seems to be no way out.

Survivors believe that they can make things happen, rather than let things happen to them. They accept random turns in their life as new opportunities, rather than unfair punishment.

5.“God punishes for a reason.” Religious beliefs can have a positive or negative affect on your life. If you believe in a God who is responsible for everything, it’s easy to believe that your pain and misery is punishment for something you did wrong.

Survivors obviously take it the other way. They enjoy a personal relationship with the God of their understanding, and feel a gratitude for everything positive in their life. They may ask their God for help, but rely on themselves for results.

This victim mentality is not a good thing under any circumstances, but it’s particularly lethal when applied to an entrepreneur. If you would like to be an entrepreneur, remember that you don't have to be a victim. Take a hard look in the mirror. Truly the only one who makes you feel like one is the same person who can make you a survivor - you!       By Marty Zwilling;    source: startupprofessionals

Post by: Ana Fonseca

2/07/2011

PORTUGAL INOVADOR


Portugal is the country that most improved on the European Union’s list of innovation, occupying first place among “moderately innovating” nations, according to a Brussels’ study released this week.

The 27-member bloc’s Innovation Union Scoreboard placed Portugal in the 15th overall position, showing it as the country that made greatest gains during the past five-year period.

Among other indicators considered, Portugal came third in the number of new doctorates in the 25 to 34 age group per 1,000 inhabitants.

The country also showed strong improvements in innovation of products, processes, organization and marketing among its small and medium-sized companies.


Post by: Ana Fonseca

1/07/2011

Why work doesn't happen at work!



Jason Fried has a radical theory of working: that the office isn't a good place to do it. At TEDxMidwest he lays out the main problems (call them the M&Ms) and offers three suggestions to make work work. http://www.ted.com 

Post by: Ana Fonseca

11/25/2010

CRÓNICAS DA CHINA de Virgínia Trigo - 'A Glória Breve da Pasta de Sardinha Manná em Hong Kong'



Se houvesse uma espécie de concurso para Miss Universo entre todas as cidades do mundo, Hong Kong iria por certo ter muitas nomeações: possui o terminal de aeroporto com o maior volume de carga aérea do mundo (cerca de 2,5 milhões de toneladas de carga por ano) e também o maior porto de contentores; o maior consumo de brandy e cognac per capita; o maior número de Rolls Royce por quilómetro quadrado; o maior passeio rolante; o maior consumo de laranjas (25 kg por ano e por pessoa); o maior consumo de collants por cada par de pernas e, com o maior número de bilionários por cada cem milhões de pessoas, os habitantes de Hong Kong mostram-se particularmente imunes a assomos de inveja social.

Em muitos outros aspectos, apesar da ambiciosa concorrência de Xangai, Hong Kong continua imbatível: é considerada pelo Índice de Liberdade Económica da Heritage Foundation, há 16 anos consecutivos, a economia mais livre do mundo; ocupa o segundo lugar no Easy of Doing Business Index do Banco Mundial; possui um sistema financeiro sólido, vastas reservas de divisas estrangeiras, praticamente não tem dívida pública, o sistema legal é forte e as medidas anti-corrupção rigorosas. Tudo garantias para que Hong Kong continue a ser para os serviços – 91% do seu PIB – o coração da Ásia.



Em certos dias Hong Kong tem também as maiores filas à porta das lojas Louis Vuitton de que tenho memória e é, pude por diversas vezes comprová-lo, o sítio onde as pessoas carregam mais depressa no botão “Fechar a Porta” de um elevador quando vêem alguém a correr para entrar. Foi num desses dias, já a sair do elevador, que a minha amiga Nancy Lau me telefonou para pedir, considerando a minha deslocação em breve a Hong Kong, que lhe levasse algumas embalagens de Pasta de Sardinha Manná. De Portugal? perguntei. Sim, esta pasta não podia ser encontrada em Hong Kong e tinha simplesmente desaparecido das prateleiras dos supermercados em Macau. Depois me explicaria.

O fenómeno ficara a dever-se à breve mas entusiástica referência ao produto pela estrela de televisão So Sze Wong na série 2 do seu programa “So Good”. DJ, especialista e crítica de cozinha dotada de um estilo e personalidade únicos, So Sze procura especialidades dentro e fora de Hong Kong para as apresentar a uma vasta audiência que vibra com os seus gestos largos e decididos e sobretudo com os seus famosos “Ah So!” exclamados sempre que se depara com algo que a surpreende ou encanta. E foi precisamente com um “Ah So” profundo e vibrante que ela declarou a pasta de sardinha Manná deliciosa. Para que não restassem dúvidas provou-a ali mesmo, em frente do público e exclamou “Ah So!”. Foi quanto bastou para que, no fim de semana seguinte, a população de Hong Kong se precipitasse para Macau em busca do recém descoberto e precioso produto dizimando-o dos supermercados.

O entusiasmo gerado por So Sze não terá durado mais do que escassas semanas, mas os supermercados levaram algum tempo a recompor-se como sempre acontece quando So Sze desencadeia um súbito interesse em algo, provocando uma urgência premente em o adquirir e, se possível, armazenar. A minha amiga Nancy, como os seus concidadãos de Hong Kong, prefere as noites longas, a vida da cidade, o barulho constante da multidão, as filas que põem à prova o seu estoicismo, uma partilhada impaciência colectiva, mas ainda assim não consegue esconder um certo ressentimento para com So Sze e não apenas por causa da escassez da pasta de sardinha Manná. Logo a seguir e ainda em Macau, So Sze escolheu como alvo uma pequena loja de sopa de fitas que habitualmente servia alunos do liceu que Nancy frequentara em criança. Desorientado e incapaz de corresponder a uma tão súbita avalanche da procura, o dono que pacatamente geria a loja há mais de trinta anos, fechou-a provocando um sentimento de orfandade nas várias gerações que, na sua infância e juventude, se tinham deliciado em Macau com o stock limitado, mas servido de forma generosa, de uma loja que jamais tinham visto fechada.

Virgínia Trigo
ISCTE-IUL Business School

11/03/2010

Young Entrepreneur Rich List


Eles são jovens, ricos e empreendedores. Arriscaram e tiveram sucesso e tu? 

O artigo na íntegra aqui.


Post by: Cláudia Barbosa

10/28/2010

YA!


YA First Step é uma nova iniciativa do AUDAX em parceria com a UPAJE.

YA First Step é uma formação dinâmica e pedagógica que activa o espírito empreendedor dos jovens 13 aos 18 anos. De uma forma divertida são transmitidos os fundamentos básicos para a criação de um negócio. 


É uma experiência de 4 dias* que terá lugar nas instalações do ISCTE-IUL, proporcionando aos jovens o primeiro contacto com uma instituição académica de excelência.  

* 20 a 23 de Dezembro de 2010, das 9:00 às 18:00.

A YA First Step abordará temáticas como:

empreendedorismo | marketing | criação de valor | introdução às finanças | plano de negócios | técnicas  de apresentação de projectos a investidores e ao público |  teambuilding | inovação

... e ainda contemplará uma visita a uma incubadora de empresas. 

As inscrições estão abertas até dia 14 de Dezembro, mais informações em www.audax.iscte.pt ou www.upaje.pt . 

Post by: Cláudia Barbosa




10/15/2010

Sente-se bloqueado e pouco inspirado?

Talvez o problema não seja seu, mas da cidade onde vive. O Innovation Cities (TM) Program apresentou o ranking das cidades europeias mais inovadoras.
Fonte: Innovation Cities Program Index

Post: Ana Fonseca | AUDAX