4/27/2012

ARTIGO AUDAX - empreendedorismo jovem: uma questão de atitude


Empreendedorismo jovem: uma questão de atitude

O empreendedorismo assume um papel fundamental na resolução dos desafios globais do século XXI, com vista à construção de um desenvolvimento sustentável onde a criação de emprego, a busca pelo bem-estar humano e um renovado crescimento económico-social são factores chave. É também um agente de mudança social, contribuindo nas idades mais jovens para a criação de oportunidades de emprego, para reter jovens no País, fomentar a riqueza para a sociedade e contribuir para o desenvolvimento da Comunidade.

Ao mesmo tempo que a sociedade actual enfrenta enormes desafios globais, que se estendem além da economia, somos igualmente confrontados, segundo as últimas estatísticas do Eurostat, com uma taxa de desemprego de 35,1%, entre a população mais jovem, multiplicando-se iniciativas e incentivos ao empreendedorismo jovem.

Na certeza de que não faltam exemplos de jovens empreendedores e da riqueza destas iniciativas, apenas com um entendimento colectivo e uma estratégia concertada entre entidades governamentais, organizações empresariais e da sociedade civil e instituições de ensino é que poderemos obter resultados sustentáveis ao nível do empreendedorismo jovem.

Para o efeito é necessário desenvolver mecanismos jurídicos, fiscais e estruturais de apoio e incentivo a que se criem as condições necessárias para que um jovem possa ser responsável por si e pela sociedade em que está inserido.

É ainda fundamental desenvolver uma estratégia de Educação para o Empreendedorismo, onde qualquer jovem tenha conhecimento de como empreender e transformar uma oportunidade/necessidade de mercado em realidade, bem como capacitá-los de competências empreendedoras, entre as quais a resiliência e audácia.

É da responsabilidade de todos ter uma atitude empreendedora perante a sociedade em que vivemos, pois o futuro é de quem o faz! 

Autor:
Rodrigo de Melo e Castro
Project Manager do AUDAX/ISCTE


NOTA: Artigo publicado na Revista Pessoal da APG - Associação Portuguesa dos Gestores e Técnicos de Recursos Humanos, na edição de Abril 2012.

4/01/2012

the lean start up





THE LEAN STARTUP METHOD
This is a book for entrepreneurs and the people who hold them accountable. The five principles of the Lean Startup, which inform all three parts of this book, are as follows: 

1. Entrepreneurs are everywhere. You don’t have to work in a garage to be in a startup. The concept of entrepreneurship includes anyone who works within my definition of a startup: a human institution designed to create new products and services under conditions of extreme uncertainty. That means entrepreneurs are everywhere and the Lean Startup approach can work in any size company, even a very large enterprise, in any sector or industry.

2. Entrepreneurship is management. A startup is an institution, not just a product, and so it requires a new kind of management specifically geared to its context of extreme uncertainty. In fact, as I will argue later, I believe “entrepreneur” should be considered a job title in all modern companies that depend on innovation for their future growth. 

3. Validated learning. Startups exist not just to make stuff, make money, or even serve customers. They exist to learn how to build a sustainable business. This learning can be validated scientifically by running frequent experiments that allow entrepreneurs to test each element of their vision. 

4. Build-Measure-Learn. The fundamental activity of a startup is to turn ideas into products, measure how customers respond, and then learn whether to pivot or persevere. All successful startup processes should be geared to accelerate that feedback loop. 

5. Innovation accounting. To improve entrepreneurial outcomes and hold innovators accountable, we need to focus on the boring stuff: how to measure progress, how to set up milestones, and how to prioritize work. This requires a new kind of accounting designed for startups—and the people who hold them accountable.

Entrepreneurship is a kind of management.

Taken from 'The Lean Start Up' by Eric Ries
Post by: Ana Fonseca

3/23/2012

ARTIGO AUDAX - "Culturivando" o Empreendedorismo

Culturivando o Empreendedorismo

Desenganem-se: as atenções não estão somente viradas para a Troika. No radar está também o património, a cultura e a criatividade. Como exemplo, assistimos no passado mês de Janeiro à cerimónia oficial de abertura da Capital Europeia da Cultura 2012. A nível europeu, é debatido pelos Estados-Membros e pelo Parlamento Europeu uma proposta de programa de apoio ao sector cultural e criativo – a "Europa Criativa".

Em particular, este novo programa deverá disponibilizar mais de 900 milhões de euros de apoio ao cinema e ao sector audiovisual e quase 500 milhões de euros à cultura. A Comissão propõe igualmente a afectação de mais de 210 milhões de euros a um novo mecanismo de garantia financeira.

Mas onde se situa o empreendedorismo nesta envolvente? Entendendo o empreendedorismo como uma atitude que se traduz em comportamentos – e não apenas como força criadora de organizações (sejam empresas, associações ou cooperativas) – então a atitude empreendedora será preponderante para dinamizar o sector. Venha o apoio que vier.

Mas não se nasce empreendedor. A pensar nisso, algumas universidades, associações empresariais e autarquias têm já provas dadas no impulso ao sector cultural e das indústrias criativas, através de programas de formação, apoio à incubação e ao financiamento. E os resultados estão à vista[1].

Os programas de formação e incentivos, sejam nacionais ou europeus, contribuem para o estímulo do sector cultural e criativo, despertando atitudes empreendedoras. Mas será que permitirão uma efectiva afirmação deste sector? A marca “Portugal” só tem a ganhar. Afinal, o futuro é de quem o faz!


[1] Uma das referências que conta com o apoio de vários parceiros e valências é a ABC - Apoio de Base à Criatividade em Óbidos. 


Autor:
Luís Matos Martins
Diretor-Geral do AUDAX/ISCTE
audax@iscte.pt



NOTA: Artigo publicado na Revista Pessoal da APG - Associação Portuguesa dos Gestores e Técnicos de Recursos Humanos, na edição de Março 2012.

3/09/2012

ARTIGO AUDAX - do empreendedor ao sucessor

Do empreendedor ao sucessor

O contributo das empresas familiares na economia é irrefutável. São por excelência os nossos empreendedores e, consequentemente, a coluna vertebral do nosso País, responsáveis por empregar grande parte da força de trabalho e por gerar cerca de 2/3 do PIB*, cujo potencial não podemos subestimar. Uma visão mais atenta permite-nos até contar com alguma facilidade as empresas que não têm origem familiar na realidade portuguesa.

Dada a sua relevância no panorama económico, focamo-nos na génese das empresas familiares, nomeadamente, no seu fundador visionário e empreendedor que arriscou e construiu um caminho de sucesso e que definiu as diretrizes do negócio. Este tem o papel de transmitir à geração seguinte as estratégias que fomentam a sobrevivência, bem como, o crescimento sustentado de forma a perpetuar o seu sonho empresarial.

Atualmente, o conceito de learn by doing na sucessão empresarial já não é uma opção, ou seja, ao membro da família que assume as funções de gestão é exigido cada vez mais conhecimento, profissionalismo e disciplina. A fronteira entre este e um gestor contratado para o efeito tem que ser cada vez mais ténue e a distinção das competências pode apresentar-se como ameaçador numa realidade holística. A formação, como forma de capacitar as gerações seguintes, assume cada vez mais um papel crucial. É evidentemente necessário que a sucessão continue a ter presente o empreendedorismo como uma saída estratégica, que não é mais do que a identificação de novas oportunidades de negócio, expansão ou diversificação, quer em termos de mercado ou de produto.

É indiscutível que os genes empreendedores estão presentes na realidade das empresas familiares desde o início, mas agora é necessário capacitar e transferir os conhecimentos, valores de gestão e know-how para a geração seguinte.

Há que criar continuidade, o futuro é de quem o faz.

*Fonte: Associação das Empresas Familiares


Autora:
Cláudia Rodrigues Barbosa
Coordenadora da Formação e Consultoria do AUDAX/ISCTE
audax@iscte.pt


NOTA: Artigo publicado na Revista Pessoal da APG - Associação Portuguesa dos Gestores e Técnicos de Recursos Humanos, na edição de Fevereiro 2012.

3/08/2012

12/05/2011

Audax lança a segunda edição do Programa de Especialização em Gestão de Empresas Familiares

                                                        Clique na imagem para aceder à brochura do PEF 2012

O programa de Especialização em Gestão de Empresas Familiares visa proporcionar uma formação adequada em gestão a proprietários e gestores de empresas familiares. O programa do curso tira partido da contribuição de profissionais com vasta experiência na gestão e apoio técnico a empresas familiares, bem como da investigação feita pelo ISCTE-IUL e da atividade do Audax. 

Esta nova edição surge como uma forma de dotar proprietários e gestores deste núcleo de empresas de ferramentas essenciais para a sobrevivência saudável no longo prazo, uma vez que as empresas familiares têm um peso decisivo na economia portuguesa.

Este programa foi desenvolvido em parceria com a Sociedade de Advogados Vieira de Almeida & Associados (VdA), que tem desenvolvido as suas competências também na assessoria jurídica a empresas familiares nas diversas áreas em que atua, designadamente laboral, fiscal, governance, reorganização de participações ou de sucessão empresarial, e a Grundfos, multinacional Dinamarquesa de origem  familiar, nascida em 1945 e que atualmente é um dos líderes mundiais no fabrico de bombas de água, produzindo cerca de 16 milhões de bombas e faturando cerca de 2.6 mil milhões de euros. 

As inscrições estão abertas até 22 de Dezembro, o programa do curso arranca a 3 de Fevereiro e decorrerá até final de Abril, todas as sextas e sábados, com a duração de 85 horas de disciplinas e 19 horas de seminários. 

Para mais informações consulte o nosso site: http://audax.iscte.pt.

11/14/2011

Um discurso sobre persistência


"Meu prezado senhor,

Direi apenas algumas poucas palavras.
A vida fez de mim um homem bem familiarizado com as decepções.
Aos 23 anos, tentei um cargo na política e perdi. Aos 24, abri uma loja que não deu certo. Aos 32, tentei um negócio de advocacia com amigos, mas logo rompemos a sociedade. Ainda naquele ano, tive um grave colapso nervoso e passei um bom tempo no hospital. Com 45 anos, disputei uma cadeira no senado e não ganhei. Aos 47, concorri à nomeação pelo partido republicano para a eleição geral e fui derrotado. Aos 49, tentei o senado e fracassei novamente, mas, ao 51 anos, finalmente, fui eleito Presidente dos Estados Unidos da América.
Por isso, não venha falar de dificuldades, tropeços ou fracassos. Não me interessa saber se você falhou. O que me interessa é se você soube aceitar o tropeço.
Todos os infortúnios que vivi me tornaram um homem mais forte, me ensinaram lições importantes. Aprendi a tolerar os medíocres; afinal, Deus deve amá-los, porque fez vários deles. Aprendi que os princípios mais importantes podem e devem ser inflexíveis. Aprendi que, quando se descobre que uma opinião está errada, é preciso descartá-la. Aprendi que a melhor parte da vida de uma pessoa está nas suas amizades. Aprendi que nunca se deve mudar de cavalo no meio do rio.
Se você está vivendo um momento temporário de fracasso, posso afirmar, com certeza da minha maturidade, ou dolorida experiência, que você jamais falhará se estiver determinado a não fazê-lo.
Por mais que você encontre dificuldade no caminho, não desista. Pois saiba que o campo da derrota não está povoada de fracassos, mas de homens que tombaram antes de vencer.

Sinceramente,
Abraham Lincoln"

Post by: Cláudia Barbosa

10/15/2011

We are what we share. Jornadas Diogo Vasconcelos




O Audax estará presente nos dias 14,15 e 16 de Outubro nas Jornadas de Empreendedorismo Diogo Vasconcelos.

No primeiro dia das Jornadas, a equipa do Audax participou em diferentes atividades como um Keynote speech sobre Empreendedorismo e Proposta de Valor por Joana Lopes, um workshop sobre A Formação de Equipas por Rodrigo Melo e Castro.

A noite terminou com uma dinâmica de grupo protagonizada por Luís Matos Martins, seguindo-se os trabalhos de grupo para a criação da Proposta de Valor.

O dia de hoje começou com Casos de Sucesso apoiados pelo Audax e apresentados por Luís Matos Martins. De seguida, contámos com a presença da Dra. Isabel Gião Andrade da Vieira de Almeida & Associados.

Se quiserem seguir todo o evento:  Siga-nos no Facebook.